É hora de mudar

Para muitos de nós – desempregados ou empregados, por conta própria ou por conta de outrem – existe uma constante inquietação: onde quero estar a trabalhar daqui a 5 anos? E no próximo ano? Daqui a 6 meses, o que quero estar a fazer?

Para quem procura emprego pode ser difícil definir uma estratégia. Também para quem tem emprego mas vê a sua carreira ser constantemente repensada e tem vontade de explorar novas oportunidades, a estratégia é crucial.

1º Qual é a minha proposta de valor?

Porque motivo a empresa me deve contratar a mim e não a qualquer outro candidato? Qual é a mais-valia que ofereço?

Aqui entram fatores como a experiência no setor, a rede de contactos, as competências, os resultados alcançados em cargos anteriores, entre outros.

 

2º Quais as empresas nas quais gostaria de trabalhar?

Este processo de identificação é mais demorado que um envio indiscriminado do CV, contudo, é mais eficaz. Devo escolher 3 a 5 empresas ponderando as questões que são mais valorizadas por mim: posicionamento no mercado, relação com os colaboradores e perspetivas de evolução, localização, salário, etc.

 

3º Que tarefas irei executar no meu novo emprego e como me tornar atrativo(a)?

Se for capaz de identificar claramente quais seriam as tarefas que iriam ocupar os meus dias consigo preparar-me – identificando resultados de experiências anteriores, competências que possuo e que são importantes, reunir recomendações – e assim aumentar a minha atratividade.

 

4º Com quem devo falar?

Devo identificar os “influenciadores”. Se quero trabalhar como designer na Stand’Out recomenda-se que faça uma pesquisa no LinkedIn e perceba quem – preferencialmente da minha rede de contactos – lá trabalha e apresento-me. É imperativo apostar no networking.

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